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Falhas em Rolamentos: Causas, Consequências e a Importância da Vedação Industrial de Qualidade

Falhas em Rolamentos: Causas, Consequências e a Importância da Vedação Industrial de Qualidade

As falhas em rolamentos industriais estão entre as principais causas de paradas não programadas, resultando em altos custos de manutenção e perda de produtividade.

Quando um rolamento falha, o prejuízo vai muito além do componente em si: há perda de produtividade, aumento de custos com manutenção e, muitas vezes, danos em partes críticas da máquina. É uma dor que qualquer profissional de manutenção ou engenharia conhece bem, e que poderia ser evitada com o uso de vedação industrial adequada e produtos de alta confiabilidade.

A Importância de Prevenir Falhas em Rolamentos

Para reduzir o impacto das falhas, a ISO (Organização Internacional para Padronização) desenvolveu a norma ISO 15243:2017, que classifica os modos de falha dos rolamentos em seis grupos principais e dezesseis subgrupos, com base em danos ocorridos após a fabricação. Essa padronização auxilia técnicos e engenheiros a identificarem a causa raiz e a adotar medidas corretivas eficazes.

A maioria das falhas pode ser detectada precocemente com manutenção preditiva, utilizando técnicas como análise de vibração e monitoramento de temperatura. Essas ferramentas permitem identificar sintomas iniciais, evitando falhas catastróficas e custos inesperados.

As Principais Causas de Falhas em Rolamentos

As falhas em rolamentos podem ser divididas em duas categorias:

  • Pré-operacionais: ocorrem antes ou durante a instalação, como ajustes incorretos, manuseio inadequado ou falhas na armazenagem.
  • Operacionais: ocorrem durante o funcionamento, sendo as mais comuns a fadiga, lubrificação deficiente, desalinhamento e vedação ineficiente.

A Vedação Ineficiente: o Vilão Invisível

Um dos fatores mais subestimados nas falhas de rolamento é a vedação inadequada. A entrada de contaminantes, como poeira, partículas metálicas e outros resíduos, compromete a lubrificação e acelera o desgaste. É aí que uma vedação industrial de alta qualidade entra em ação e faz toda a diferença.

Tipos de Falhas em Rolamentos Segundo a ISO 15243:2017

A ISO 15243 classifica as falhas em seis grandes grupos:

  1. Fadiga: inclui fadiga superficial e subsuperficial.
  2. Desgaste: abrasivo ou adesivo.
  3. Corrosão: por umidade, atrito, contato e falso brinelamento.
  4. Erosão elétrica: causada por passagem de corrente elétrica.
  5. Deformação: devido à sobrecarga ou partículas contaminantes.
  6. Fraturas e trincas: resultantes de tensões excessivas ou choques térmicos.

Cada um desses modos de falha está ligado a condições específicas de operação, montagem e manutenção, o que reforça a importância de inspeções regulares e uso de componentes de alta qualidade.

Como Evitar Falhas Prematuras

A prevenção começa no projeto e vai até a operação. Algumas boas práticas incluem:

  • Ajuste correto de eixos e mancais;
  • Montagem cuidadosa com ferramentas adequadas;
  • Lubrificação correta e periódica;
  • Isolamento elétrico eficiente;
  • Uso de vedações industriais confiáveis, como os Anéis NILOS.

Essas medidas garantem maior confiabilidade operacional, reduzem o tempo médio entre falhas (MTBF) e aumentam a disponibilidade dos equipamentos.

Conclusão

Mesmo os rolamentos das melhores marcas, como SKFNSKFAG ou Timken, podem falhar se a vedação e a manutenção não forem adequadas.

Um rolamento que falha é mais do que uma peça danificada: é um sinal de que algo no sistema de manutenção precisa ser aprimorado. A dor da parada inesperada, o custo da substituição e o tempo perdido poderiam ser evitados com atenção aos detalhes e o uso de componentes adequados.

Nilos, com quase 60 anos de tradição no Brasil e tecnologia alemã, fabrica os Anéis NILOS, reconhecidos mundialmente por sua eficiência em vedação e proteção industrial. Eles são a primeira linha de defesa contra contaminantes e garantem a máxima durabilidade dos seus rolamentos.

Projetados para vedar e proteger rolamentos contra a entrada de impurezas e perda de lubrificante, os Anéis NILOS prolongam significativamente a vida útil do rolamento e da graxa. Fabricados com precisão segundo padrões alemães, são utilizados há décadas em indústrias de alta performance, garantindo confiabilidade mesmo nos ambientes mais severos.

Porque, no fim das contas, o custo de uma vedação de qualidade é sempre menor do que o preço de uma parada inesperada.

Referências Técnicas

Anéis NILOS AV

O Anel NILOS AV é fixado no eixo e possue uma borda de vedação que atrita contra o anel externo do rolamento onde forma o microlabirinto.

 

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

 

Preencher a câmara de vedação do Anel NILOS completamente com a mesma
graxa de lubrificação do rolamento.

O Anel NILOS AV é centrado no eixo e fixado firmemente contra o rolamento,
garantindo assim a formação do microlabirinto.

Anel AV – Fixado no anel interno do rolamento.

MONTAGENS TÍPICAS

Anéis NILOS JV

O Anel NILOS JV é fixado no mancal e possue uma borda de vedação que atrita
contra o anel interno do rolamento onde forma o microlabirinto.

 

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

 

Preencher a câmara de vedação do Anel NILOS completamente com a mesma
graxa de lubrificação do rolamento.

O Anel NILOS JV é centrado no mancal e fixado firmemente contra o
rolamento, garantindo assim a formação do microlabirinto.

Anel JV – Fixado no anel externo do rolamento

MONTAGENS TÍPICAS

Anéis NILOS LSTO

O Anel NILOS LSTO é um vedador sem contato, constituído de discos
metálicos, que formam entre si um labirinto triplo-radial.

 

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

 

Os Anéis NILOS LSTO são montados e ajustados com interferência no diâmetro
interno (eixo) e diâmetro externo (mancal). Possuem as bordas do diâmetro
interno e externo constituídas de anéis maciços de aço. A sua instalação só
poderá sofrer esforços no diâmetro interno e externo do anel, conforme figura:

LADO PREFERENCIAL DE MONTAGEM

 

O Anel NILOS LSTO não possui um lado preferencial para ser montado
podendo, portanto, qualquer lado ficar voltado para o rolamento.

 

EXCEÇÃO: Sem fixação ou encosto no eixo.

 

Neste caso, para garantir a centragem, o Anel NILOS LSTO deverá ser montado
com o lado que possui a abertura do labirinto mais próximo do diâmetro
externo voltado para o rolamento, conforme figura:

MONTAGENS TÍPICAS

Anéis NILOS AV Cônico

O Anel NILOS AV (cônico) é fixado no eixo e possui uma borda de vedação que
atrita contra a capa do rolamento onde forma o microlabirinto.

 

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

 

O Anel NILOS AV (cônico) é centrado no eixo e fixado firmemente contra o
rolamento, garantindo assim a formação do microlabirinto na capa do
rolamento.

 

Anel AV (cônico) – Fixado no cone vedando na capa do rolamento, conforme
desenho:

Obs.: Temos o Anel NILOS JV que veda o lado contrário do rolamento cônico.
Este anel é centrado no mancal e fixado firmemente contra o rolamento, garantindo assim a formação do microlabirinto no cone do rolamento, conforme
figura:

Anéis NILOS AK Cônico

O Anel NILOS AK (cônico) é fixado no eixo e possui uma borda de vedação que
atrita contra a capa do rolamento e o mancal, onde forma os microlabirintos.
São dois anéis soldados que formam uma dupla vedação.

 

Obs.: Para aplicação do Anel NILOS AK, o projeto precisa seguir algumas
informações dimensionais descritas em nosso catálogo.

 

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM

 

O Anel NILOS AK é centrado no eixo e fixado firmemente contra o rolamento e
mancal, garantindo assim a formação do microlabirinto na capa do rolamento e
mancal, conforme figura abaixo:

MONTAGENS TÍPICAS

Montagens Típicas